Futebol

Acontrataçao De João Félix

Gil Marín, CEO do Atlético, abordou a contratação e o rendimento de João Félix nos colchoneros. "Estamos protegidos com contrato de sete anos", afirmou

Miguel Ángel Gil Marín, CEO do Atlético de Madrid, concedeu uma longa entrevista a Sonora na qual revelou que chegou a preparar uma temporada com Luis Enrique antes de conseguir a contratação de Diego Simeone, técnico que não quer que saia do clube pelo menos durante o seu reinado. Entre outras coisas, falou do risco do investimento elevado em João Félix, contratado ao Benfica por 126 milhões de euros em 2019.

“É uma aposta, um risco. O que é que tem de bom essa operação? Primeiro, mostrámos ao mundo que podemos competir com qualquer um no mercado de jogadores. Segundo, que apostamos por aquele que, acho eu, é o melhor jogador de futebol que há agora mesmo, e não tenho a certeza absoluta de nos termos equivocado. É verdade que estamos a ter muitos problemas de adaptação por lesões, covid, pela forma de entender o seu futebol e ele o da equipa. É uma preocupação de todos e uma obrigação do Diego Simeone encontrar esse ponto de equilíbrio. O que te posso dizer é que quando fazes um investimento de tanto dinheiro procuras estar protegido. Neste caso a proteção é um contrato de sete anos com um ordenado não desorbitado, ou seja, em qualquer momento se o jogador rende como esperamos, temos o investimento garantido. As pessoas fazem muito eco e relevância ao valor da transferência, quando realmente donde está o problema é nos valores dos ordenados. O que mata os clubes e faz realmente danos às contas são os ordenados. Conclusão, a mim não me preocupa o investimento dos 120, preocuparia-me se tivesse um ordenado desorbitado”, sustentou Gil Marín.

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