Futebol

O Capitão Do Sporting

O capitão do Sporting Sebastián Coates em entrevista ao jornal Sporting, o uruguaio falou da participação no Campeonato do Mundo

Na edição desta quinta-feira o jornal “o jogo” revelou que o capitão falou da participação no Campeonato do Mundo onde, na fase de grupos, vai encontrar Portugal e o Gana, onde joga o colega de equipa Fatawu.

Fase de grupos:

«O primeiro jogo [vs. Coreia do Sul] é sempre o mais difícil, é o que normalmente nos custa mais. Agora, o

foco está em voltar a reunir a equipa, treinar juntos e depois, sim, pensar nesse jogo.»

Importância do clube no trajeto como internacional:

«Pessoalmente, muito importante. Foi o clube que mais oportunidades me deu para jogar, estar bem e poder continuar a ir à seleção. Para todos os jogadores é muito bom fazer parte de um clube tão grande como o Sporting e ser importante também aqui é muito positivo para mim.»

Portugal e Uruguai favoritos no Grupo H:

«Sim, teoricamente, pode ser, mas num Mundial, se não decidires bem, as vitórias podem cair para o outro lado. Por isso, temos de ir de forma tranquila e, como dizemos aqui, jogo a jogo. Vai ser muito difícil para qualquer uma das seleções, hoje em dia não há uma favorita.»

Jogo contra Portugal:

«Vai ser muito especial porque também joguei com muitos dos que foram convocados [Rui Patrício, Nuno Mendes, Bruno Fernandes, João Mário, João Palhinha, Matheus Nunes, William Carvalho, Rafael Leão], mas eu sou uruguaio e quero vencer esse jogo, também.»

Jogo com o Gana, de Fatawu:

«Não, não falámos. Temos estado os dois focados no Sporting e quando chegar o momento vamos falar, mas eu, por vezes, não gosto muito de falar antes ou de fazer algumas brincadeiras. Pode acontecer alguma coisa, algum dos dois pode ficar pelo caminho e pode tornar-se complicado. Claro, espero ganhar (risos), mas as brincadeiras virão depois do Mundial.»

Mundial fora de época:

«Para nós, que estamos na Europa, talvez seja melhor, porque estamos a meio do campeonato e o cansaço não é tanto, comparativamente a quando estamos no fim de todas as competições de clubes. A expectativa é muita, é um Campeonato do Mundo e isso gera muito dentro de qualquer jogador. Por outro lado, temos de estar tranquilos para preparar bem o torneio.»

Temperaturas no Catar:

«Sim e também por isso é importante ir para lá o mais rápido possível, temos a planificação feita e assim

podemos adaptar-nos melhor às condições do país. Depois, estando dentro de campo, estaremos focados

em jogar, nos jogos e tratar, de alguma forma, de desfrutar do Mundial.»

Ambição para o Mundial:

«O sonho de todos passa por ser Campeão do Mundo, mas sempre com essa mentalidade de que vão ser jogos muito difíceis e que temos de pensar, nesta fase, apenas no primeiro jogo e depois no que possa vir.»

Jogo mais marcante, como jogador ou como adepto:

«Talvez tenha desfrutado mais dos Mundiais que vi pela televisão, porque enquanto jogador, pela carga

que têm os jogos e até as viagens, às vezes torna-se mais complicado. Por outro lado, quando entras

num estádio e vês muita gente do Uruguai… No Brasil [2014], por exemplo, era perto, mas na Rússia

[2018] era uma viagem complicada e ver tanta gente do teu país a apoiar-te tem um significado muito grande.»

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