Futebol

O Ricardo Esgaio

O Lateral é peça imprescindível para Amorim e não há planos do Sporting nem do jogador para mudança de clube num futuro próximo.

O jornal “a bola” avança que a equipa técnica acredita que ter resguardado o ala nos últimos tempos lhe retirou pressão e que, assim, Esgaio voltará mais confiante.

Ricardo Esgaio está de pedra e cal no Sporting e não há planos para a sua transferência. O jornal “o jogo” avança que o defesa é imprescindível para Rúben Amorim, treinador que tem contrato até 2024, e para o qual é impensável ficar sem o atleta, com o qual trabalhou em Braga e recrutou para o Sporting há ano e meio. O lateral de 29 anos, formado em Alcochete, é para o treinador um jogador importantíssimo para a coesão do grupo e um ativo para render Porro sempre que necessária a rotação de equipa. A sua disciplina no treino e a força mental com que tem lidado com a adversidade dão confiança ao clube e à equipa técnica de que voltará a ser determinante no relvado, reencontrando as melhores sensações.

segundo “o jogo” com contrato até 2026, não existiram, sondagens pelo atleta, que não tenciona mudar de paragens e continua a privilegiar lutar pelo seu lugar no Sporting, acreditando na sua influência e que terá minutos em várias ocasiões na temporada, exatamente como lhe foi indicado por Amorim aquando da sua contratação em 2021, na altura com o Sporting a pagar 5,5 milhões de euros por 80% do passe – os leões tinham os restantes 20%.

A temporada de Esgaio não tem sido fácil e os adeptos têm criticado o jogador nas redes sociais. O empate em Braga, no qual foi ultrapassado em velocidade, lance que daria o empate aos minhotos e o penálti cometido diante do Boavista, à 7.ª jornada, abrindo a porta à vitória axadrezada, foram erros individuais no campeonato. Contra o Marselha, na Liga dos Campeões, foi expulso e cometeu penálti e acabou vaiado ao sair do relvado em Alvalade. Desde aí, o natural da Nazaré foi resguardado pelo treinador, não foi até convocado para os embates contra Varzim, na Taça, e Casa Pia, na Liga e só fez 63 minutos desde a expulsão contra os franceses, a 12 de outubro. Jogou 53″ em Arouca e 10 minutos em Famalicão. A equipa técnica acredita que os erros técnicos se deveram a ansiedade. Retirar-lhe pressão foi a solução encontrada nestes dois meses.

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