Futebol

O Treinador Sérgio Conçeição

Sérgio Conçeição Aborda A Tarefa Mais Deficil

Sérgio Conceição quer um FC Porto em «alerta e desconfiado» daquilo que o Club Brugge poderá fazer amanhã, no Dragão, na segunda jornada da Liga dos Campeões. O conjunto belga venceu o Bayer Leverkusen, por 1-0, na primeira ronda.

«Vamos defrontar o tricampeão belga, uma equipa que está habituada a ganhar o campeonato acional e sabemos aquilo que poderão fazer. Têm feito um bom início de campeonato e jogo contra o Leverkusen veio provar que é uma equipa com processos muito interessantes. Dá muita largura, também sabe explorar a profundidade e é uma equipa fisicamente pesada, no bom sentido, com jogadores fortes. O Club Brugge está habituado a jogar nestes palcos, espera-nos um jogo difícil e cabe-nos a nós fazer tudo para ganhar três pontos muito importantes na nossa caminhada», disse o técnico dos dragões.

Questionado sobre a gestão que tem feito ao longo desta época, o treinador assumiu que essa não é uma tarefa fácil. Bem pelo contrário.

«Para mim não contam só os 11 que entram a titular nos jogos, mas também os que entram no decorrer. E isso é, hoje, a tarefa mais difícil de um treinador, tentar motivar e passar para o jogador uma mentalidade vencedora, de forma a que ele entenda que um minuto em campo pode ser mais importante do que 89. Passar essa mensagem para o balneário é o mais difícil, fazer com que eles percebam que todos são importantes e vão ter os minutos. É uma questão de momento, estratégica, de ter os parâmetros físicos sempre no top… Há várias coisas que analisamos e escolhemos os jogadores em função disso. Se pudesse meter os 26 a jogar metia, são todos comprometidos com o trabalho diário… Mas tal não é possível», complementou Sérgio Conceição, admitindo ainda a necessidade dos dragões em somarem pontos após a derrota (1-2) em Madrid na jornada inaugural.

«Estamos num jogo da Champions e não podemos diminuir a valia do adversário. A estratégia passará por aí, mas não me quero alongar muito. A pressão de ganhar faz parte do nosso dia a dia, estamos num grande clube e se essa pressão não existir sou eu que a crio. Desde que não seja em exagero, a pressão é boa, deixa-nos desconfiados e em estado de alerta.»

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