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Rúbin Amorim

Rúben Amorim, treinador do Sporting, faz a antevisão ao encontro de sábado (20h30) diante do Casa Pia, em Alvalade, relativo à 10.ª jornada da Liga Bwin.

Segundo o jornal disportivo o treinador deixou seguintes declacões:

Ataque ao mercado não vai acontecer: “As coisas estão a ser bem feitas, mas os resultados não estão a sair. Não vai haver revolução. Não haverá ataque ao mercado. Temos miúdos a surgir e, se calhar, temos de criar oportunidades.”

Críticas dos adeptos: “Quanto a mim, têm sido justos. Quando ganhávamos ou perdíamos jogos difíceis de encaixar, eles estavam sempre lá. Desta vez, eliminados da Taça e mal no campeonato, temos de encaixar tudo o que os adeptos nos quiserem mostrar. Faltou-nos qualquer coisa contra o Varzim. Temos de aumentar a fome. Temos de ser mais agressivos e marcar mais golos. Os adversários chegam lá e marcam um golo e tem sido um problema.”

Clássico entre FC Porto e Benfica: “O nosso rival é o Casa Pia. É a única coisa que interessa. Temos de empurrar o adversário para trás e temos de ser rigorosos. Há momentos em que não temos sido rigorosos. Temos pagado caro, no campeonato e na Taça. A coisa mais importante é manter a identidade. Houve poucos adversários que conseguiram dividir os jogos connosco, mas mataram-nos. Isso vem da inexperiência de alguns jogadores e do momento. Quando estávamos bem, marcávamos no último momento. Mais do que tática, aquilo que conquistámos foi fome e chama. Sei que os jogadores não perderam isso.”

Salvar a época? “No fim, vamos fazer a avaliação. No ano passado, foi escasso, mesmo com dois títulos, segundo lugar. O campeonato ainda não acabou. Isto pode mudar de um momento para o outro. Temos de começar pelo Casa Pia e o resto vai tornar-se possível com o tempo.”

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