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Sérgio Conçeição Aborda A Situação De Pepê E Taremi

Declarações do treinador do FC Porto em conferência de Imprensa de antevisão ao jogo com o Braga (sexta-feira, 21h15, no Estádio do Dragão).

Arranque que não tem corrido bem: “Podemos e devemos agarrar-nos ao trabalho. Nós perdemos em Vila do Conde, fizemos uma primeira parte horrível. Aceitámos. Depois a abordagem do jogo da Champions, o pior jogo de Champions desde que estou à frente do FC Porto, houve um mau resultado, não considero que o jogo de Vila do Conde fosse no seu todo um mau jogo, porque criámos muitas oportunidades, mas é o futebol. Com o Brugge foi um mau jogo em todos os sentidos. Tentámos dar uma uma boa resposta contra o Estoril, mas não entrámos bem nos jogos, é uma realidade. Os jogadores têm a sua história e é diferente de um clube que tem de estar sempre na red line, no limite, e isso é uma conceção que é trabalhada. Não é de um momento para o outro que conseguimos mudar o caráter de um jogador que, naturalmente, tem o seu tempo de adaptação.”

Contestação: “Contestação é contestação. Depois há porque não se ganha há quatro anos, há porque se perde uma vez em dois anos… Depende da forma como olhamos para isso. No fim do jogo com o Estoril saí tranquilamente, não vi nada, saí de vidros abertos, estava algum calor… E sem problema nenhum. E estou de acordo com o presidente. Se num clube como este, depois de um empate, que não é bom, se não estão meia dúzia de adeptos a assobiar e a dizer mal do clube, da própria vida… É normal. Eu saí tranquilamente. O presidente tem razão nesse sentido. Sem contestação, deixa de haver um clube exigente. Mas há contestação e contestação. Teríamos de pensar em muita coisa e ficávamos aqui a vaguear nas ideias. É o que é. Temos de ganhar jogos e ganhar títulos depois.”

Uribe, Pepe e Otávio: “O Uribe veio lesionado [da seleção colombiana], com um pequeno problema no pulso, temos de avaliar. O Pepe [está] com avaliação melhor do que o Otávio.”

Braga: “Disse que não ia falar muito do adversário. Temos de focar-nos em nós. Mas, de forma geral, é um 4-4-2 clássico, sem bola a defender dessa forma, com bola mete o Ricardo Horta e o Iuri Medeiros muito por dentro, perto dos avançados. Tem laterais interessantes, Fabiano e Sequeira, um jogador que cruza bem. O Al Musrati que é a âncora da equipa, o André Horta em diferentes zonas… Várias dinâmicas, mas um 4-4-2 clássico que utilizei quando cheguei ao FC Porto. Tem dinâmicas com bola muito interessantes, sem bola toda a gente é humilde e trabalha bem. Os alas estão a ser muito rigorosos sem bola, jogadores com características mais ofensivas… E depois têm aqueles miúdos que dão uma lufada de ar fresco ao jogo. Um bom grupo, interessante, um treinador com vontade, que conhece bem a casa. É isto, já falei demais do Braga”

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